de repente era tudo branco, as paredes, o chão, minhas lembranças.
'onde eu estou?' perguntei com a voz ainda vacilante, era tudo branco, mas o aroma de éter não dizia nada de paraíso. meu pulso doeu, notei a presença de uma agulha na minha mão.
'voce está bem, fernanda?' a mulher de branco perguntou. não parecia um anjo. eu não tinha morrido.
'acho que sim. acho.' e apaguei de novo.
À certos momentos que precisamos de desligar um pouco deste mundo, para parar de ver tanta miséria.
ResponderExcluirGostei do texto.
Beijodo
como assim?
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