e então, ao encontrar pela primeira vez seus olhos castanhos e translúcidos, ele tirou uma fotografia dos últimos suspiros de 'pessoa entediada que sabe de tudo' que ela daria. passariam-se alguns anos até que a imagem mudasse de cor e se tornasse vívida o suficiente para ele chamar de memória de um tempo quase surreal, onde todos os caminhos eram possíveis e desconhecidos, logo, de um tempo em que todos os caminhos eram bons.

(e de fato o eram. mas se parar, a gente sabe que o mundo acaba.)
De memória em memória um livro é escrito.. Já te disse.
ResponderExcluirFlor, que não é flor é jujuba. rs
Me perdi nessa agradável leitura.
Nesse manuseio com as palavras que você fa tão bem.