_por quanto mais tempo eu vou viver na sombra do que nós fomos?
_até que o sol se coloque à frente do futuro...
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
faz tempo que não escrevo, que não te escrevo, que não me escrevo. faz muito tempo de tudo e, os pessimistas diriam, que o tempo não faz nada. os dias agora são de 8 as 18 e entre trabalho e estudos, todos se salvaram. às vezes me pego espiando velhas fotos, procurando marcas que não tinha, sorrisos que perdi, gente que encontrei - procurando evidências do que fui. e se fui! E inevitavelmente eu te encontro, não entre as gôndolas, mas em algum lugar no fundo do meu peito, escondidinho embaixo de várias memórias de coisas que já não sou, muita poeira. a garganta se inflama, a gente também. eu gosto de você, menino, é coisa que não posso mentir. é coisa que não quero mentir. mas bang bang, a gente se acertou outra vez.
e entre mortos e feridos, salvaram-se todos.
e entre mortos e feridos, salvaram-se todos.
Assinar:
Postagens (Atom)