posso então pisar descalça no teu olhar cor-de-terra
dançando no ritmo da tua respiração
matando tempo nas esquinas da tua boca
me equilibrando nas tuas cordas vocais
desamarrando o nó na garganta
a chuva de setembro trouxe teu calor
eu que era sólido, sublimei - e te deixei me condensar
Uiii...
ResponderExcluirBacana!
UAU, lindo.
ResponderExcluirQuase nunca comento aqui, mas sempre entro no seu blog para ler seus textos. Sei lá, você tem um jeito bem legal de escrever...
ResponderExcluirPor isso mesmo te deixei um selo no meu blog :)
:*