toc toc.
'deixa eu entrar e acender a luz.' e não era e nunca foi um pedido, mas sempre uma ordem.
'so sorry, baby. não dá.'
chuta a porta.
esquecera que não estava em trajes formais. ou que era um outro tipo de festa... não que fosse uma má perdedora, mas até os perdedores mereciam um prêmio de consolação que não envolvesse sorrisos complacentes e tapinhas de resignação. mas indignou-se mesmo porque sua porta estava sempre aberta para todos que tivessem uma boa conversa ou apenas aquele brilho no olhar.
Esse negócio de manter a porta sempre aberta não é de todo o mais razoável. Se fosse, pra quê porta?
ResponderExcluirCadinho RoCo