quarta-feira, 19 de maio de 2010
repetição
antes eu escolheria calar, hoje eu escolhi não dizer nada. e de todas as palavras que disse, as únicas que ele quis ouvir foram as amenas. eu disse pra ele que eu sentia muito, ele me disse que era melhor que não sentir nada. contei do meu medo e contei as feridas no meu corpo, ele disse que logo tudo faria sentido. contei do meu receio de adormecer, ele disse que logo tudo seria sentido. eu pedi um abraço, ele negou veemente: segue em frente com as tuas mãos que elas são mágicas. ensaiei um sorriso: faz sentido...
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pra começar se sempre vai terminar? ê, poetinha
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