(...) talvez eu nunca toque o céu outra vez. e eu não sei mais se é revolta ou se é comodismo, mas a vida segue de um jeito imperceptivelmente falho. e meu peito arde e se revira procurando algo que eu estava salvando bem no fundo pra esses dias livres. e eu percebo que das duas partes que eu sou, só uma pode ficar.
e eu sei qual é. é exatamente a mais covarde.
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