'... é uma vela. numa redoma de vidro. (...) mas podia ter um mundo todo...'
e, não sei ao certo, se foram as palavras ou o abraço que comoveram meu entorpecimento de meio mês, mas nessa tarde eu certamente tive medo de ser transparente o suficiente para me tornar invisível.
Mesmo invisível. É só seguir o calor. (enquanto ainda há combustão)
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