a lucidez me atingiu feito bala perdida na calada da noite enquanto o álcool ainda percorria cada uma de minhas veias.
"manifesto em minhas linhas - de expressão ou de caderno, talvez aquelas imaginárias que formem o limite - a necessidade de colocar o pé no chão outra vez, de colocar o pé no freio pela primeira vez em tempo(s) de viver. manifesto em pobres palavras, aquelas menores e mais fracas, que ainda saem pelas lacunas que deixa o grande nó na garganta, que preciso engolir a verdade antes que eu morra engasgada. (...) não há, meu bem, maneira alguma de me prender à realidade quando tudo em você é tão onírico: teus cabelos, tua cara ingênua, tua felicidade instantânea e tão frágil quanto brinquedo de criança. liberto então, e porque não dizer, que ME liberto então, desvencilho-me daquela ligação invisível, imaginária que ainda me unia a você, que ainda me unia à não-humanidade. confesso que serei então uma pessoa melhor, mas somente porque você assim me ensinou."
sobre o amor, que é surreal demais pra uma pessoa que precisa tanto sentir o chão sob os pés quanto eu.
Jujuba, minha gata! ;)
ResponderExcluirDevo admitir, desde que leio seu cantinho vejo uma melhora significativa no que escreve, flor.
Nó na garganta eu sinto quando a lágrima luta pra não querer cair..
belo texto!
Beijo
Por quê? =\
ResponderExcluire os dias que passam só fazem bem a ele, não é? cada dia ele fica mais lindo e mais distante, e isso dói tanto...
ResponderExcluirah, porque eu nao nasci pra amor, só pra amar... :~
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