a vida dela começava depois da meia-noite, quando entrava no último ônibus de volta pra casa. o silêncio cheio de barulhinhos particulares das ruas, os aromas da noite, o vento frio que há muito não soprava sobre a cidade ainda úmida. ainda. a partir do entorpecimento, resolveu então arriscar um pouco mais do que nada, cruzando o terreno onde a única construção era feita de grama mal-cortada: ela e apenas ela - não se sabe se feliz ou infelizmente.
permaneceu o entorpecimento, imbatível, sem saber o que queria, sem saber o que podia querer de fato. odeio absolutamente os dias cinzas e frios, ela dizia, sem perceber que odiava a si mesma. tão previsível.
Pelo que leio de você.. Acredito que escreveria uma historia, um romance facilmente com começo, meio e fim..
ResponderExcluirNunca pensou nisso?
Beijo!
Eu concordo com a Dica,
ResponderExcluir- Pode sair um bom livro disso
tudo...
Seus textos têm o sentimento
e discernimento necessários
para isso.. hehe
Um forte abraço!!
Continue escrevendo que eu vou comentando...
Lê Nunes________________________
http://tortoporlinhascertas.blogspot.com/