
um brinde a juventude que é saúde e é doença
nos copos que se esbarram o líquido transparente
o aroma alcoólico que exala do viver.
nos olhos um ideal, nas mãos, chamas
no peito amor nenhum
e na boca um cigarro e a boca de uma estranha.
a beleza das faces, o olhar indiferente
o amor que não se sente
é o culto ao belo e inocente
construído e resconstruído na beleza de um olhar
na atração que os une
e no beijo que os separa
mas eu peço que os olhos já não sejam tão exigentes
pois no dia em que a beleza acabar
será o dia em que o amor dará a mão para o sempre.
zerá?
ResponderExcluiras vezes o dia que a beleza acaba é quando amanhece o dia...
=)
turbilhão de sentimentos
ResponderExcluirondas se chocando contra a barreira de areia, assim senti ao ler esse texto!
Jujuba, tornando a beleza clichê em seus escritos.
;D