domingo, 26 de julho de 2015

como se a folha que paira no ar deixasse de ser folha só porque o resto do mundo não lhe faz margem. com ose a falta de contato com a árvore fizesse da folha coisa menor. Talvez uma folha sem vida mas ainda assim menos folha?
como se o vácuo já não importasse e apesar da falta dos limites alheios que esbarram em mim me fazendo contrair e sentir minha presença eu agora pudesse ser mesmo que no vacuo. ah, livremente. e aí eu vejo meus proprios limites, por mim, e noa pelos limites alheios. e eu gozo com isso. eu estou satisfeita.