domingo, 15 de abril de 2012

eu caí na água e me deixei afundar lentamente, ignorando que eu sabia nadar e que eu queria respirar. vez ou outra eu mesma me surpreendo, vez ou outra eu me pego sorrindo de canto e tomando outro gole. e finjo estar ciente de todas as consequencias, como se o real não fosse uma sucessão de imprevisibilidades e de surpresas. nem verdade e nem consequencia, só realidade. e eu me conformo e danço segundo a música que toca, mesmo que eu não goste das canções e das cantadas porque em uma eternidade de silêncios e solidão aprendida qualquer som parece uma sinfonia...

(...) e de tanto fingir que nao me importo, talvez um dia eu realmente nao me importe mais. quem sabe, titio, quem sabe...

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