terça-feira, 29 de novembro de 2011

é que tudo que começa no nosso tempo perde espaço
pras folhas soltas que caem dos meus calendarios 
feitos de aero(planos), vistos clandestinos
e passagens pras estações: as
quatro, invertidas pelos
pólos positivos
e negativos.
coisas
do
magnetismo
e da natureza selvagem
que se calcula em equações de
2º grau e 2ªs intenções. nosso caso
de inverno sempre cai no teu outono. e eu
não entendo porque não ganho flores na primavera.

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