domingo, 22 de agosto de 2010

conclusões

às vezes o amor pode ser tão conveniente. ou nunca ser. ou ser demais. ainda é amor e todos nós somos pequenos, pequenos, pequenos. ela voltou a ser incrivelmente livre, ele não voltou. no fim das contas ela seguiu em frente, dançando às terças-feiras, comendo chocolate aos sábados, dormindo até tarde numa segunda, vivendo diariamente.

(...)

entre um café e outro, ele sabia que o sorriso dela nunca amarelaria. e por isso ele a desejou mais.

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