sábado, 7 de agosto de 2010

cachorro

o cachorro de pelúcia gigante, presente de minha madrinha, jazia no meio do meu pequeno quarto desde sempre. percebi que já não tinha mais idade pra isso, resolvi jogá-lo fora. minha mãe insistiu para que eu o mantesse. contrariei, caminhei com o nada de pelúcia gigante até a lixeira do prédio:

ocupa espaço necessário para outras coisas, não tem utilidade - nunca teve, é bonitinho mas me atrapalha.

os sentimentos deviam ser removíveis da mesma forma...

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