segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

ao meu grande amigo,

"... e antes que o sol se escondesse do outro lado do prédio, sentou-se na varanda com ele para desafiar o silencio sacro de carnaval em brasília - pintada em branco, preto, céu e cerrado. sussurrou-lhe algumas palavras mágicas antes de tocar-lhe. a primeira nota soou irresistível, sem dó. o sol se escondia, ela estava quase lá. devorou a última nota com voracidade de quem experimenta uma certeza: ela finalmente estava de volta a si..."

o velho violão que jazia ressentido a um canto de meu quarto empoeirado.

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