terça-feira, 4 de agosto de 2009

marques de sade, huh.

esbanjei entao meu ultimo suspiro de clareza, colocando dentro de um porta-jóias tudo que era sentimento, tudo que valia a pena: tempo, tempo, tempo. só esqueci que gastei com outra pessoa, com outra vida, em outro lugar - como perder dinheiro, eu acho.
desci as escadas, falando em todos os idiomas que aquele clima me permitia falar, doce era o aroma que imergia da minha pele desbotada, pálida. voce misturou as coisas de novo... com um documento no bolso que nao valia nada, dinheiro que em outro lugar nao valia nada, o cordão de pingente verde outra vez. then you come here as if you were a brazilian queen, well, in fact, i think you really are. o taxi marcava mais de 5 da manhã. you're different, it makes you quite special, people's gonna like you pretty much in th USA. quando entao o relogio marcava 10, conclui que não era amor e nem cilada, que era só a vida. a sórdida e libertina, mas ainda vida. a que ironicamente eu tinha pedido a Deus.

3 comentários:

  1. Enjoou da vida que pediu a Deus ou estava só contando da sua felicidade em fazer coisas das quais não fazia?


    ;*

    ResponderExcluir
  2. A sórdida e libertina vida...

    Gostei.

    Beijo.
    :*

    ResponderExcluir
  3. gosto desses escritos em primeira pessoa, jujuba.

    beijo.

    ResponderExcluir

deixa tua marca