sábado, 25 de julho de 2009

cactus

(...) e entao soube que o mundo era tao maior que todo meu desejo de estar em casa, que nao havia nada na cidade que me fizesse chama-la de casa. nada. ao final, eu estaria voltando a um lugar em que de fato nunca estive. ao colocar o pé naquela terra de ninguem, veria a beleza na secura dele, solitario, quase majestoso em meio à terra de estiagem em que tinhamos passado aqueles ultimos tempos. eu sorriria, nao pra ele, nao pra casa, sim pra mais um lugar no qual eu estaria.

ele me pediria um abraço, eu nunca negaria. mesmo que isso sempre me machucasse tanto now and then.

4 comentários:

  1. É muito bom voltar pra casa, pro lar, pros braços de quem ficou a te esperar.



    Ah, flor, ando também longe do micro. Apareço vez ou outra pra escrever e ler. Mais ou menos duas vezes por semana ou três, no máximo.
    Obrigada pelo carinho, pelo trabalho de ter lido o que passou.

    E volte a postar todos os dias! =)
    Beijo enorme.. lindo sábado!

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  2. É sempre muito mau ir para uma cidade que não se conhece nem que nunca se esteve lá.

    Beijo^^_

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