segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

uma eterna espera por uma hora que nunca chega. o relógio vai fazendo tic tac, tic tac, tic tac, tic tic tic - exatamente como a professora dissera em uma de suas aulas de psicologia da personalidade. as idéias inundam a cabeça - 'aaaaaah, eu vou me afogar', ela pensava ao longe. boas idéias, não-tão-boas idéias, péssimas idéias. tudo a dis-trai nesse momento. 'ah, e eu me sinto tão francesa. ei eu quero ir pra Paris! não... macchu picchu. olha, teclas pretas e letras brancas, legal...'





trim. trim. trim.

alô? não, tá tudo bem. e você? os livros vão me salvar, pelo menos essa noite.

por alguem que está vivendo tudo 'pelo menos uma noite' e assim não vive de fato nenhuma delas.

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