domingo, 28 de setembro de 2008

maníaca.

por algum motivo nada faz sentido: ela estava de luto.

ela semrpe acreditou que havia mais morte na vida que na própria morte: era preciso para ela ser uma assassina, era preciso matar cada dia para viver o próximo, era preciso.

agora ela já estava sozinha mesmo, já não tinha nem lembranças das quais se desfazer. talvez porque ela fosse maníaca e vivesse queimando memórias. agora ela precisava fazer novas memórias.

talvez dessa vez ela tenha ido longe demais: ela tinha matado a única coisa que ela conhecera nos últimos 4 anos. e nunca mais veria o seu rosto de novo. não havia sido uma única bala, havia sido um tiroteio. e ela se arrependera um ou dois dias, ams agora já nao havia mais sentido em se arrepender.

ele tinha ido embora.

sobre alguém que necessita repensar sua vida.

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