segunda-feira, 8 de setembro de 2008

e quando a beleza acabar.


um brinde a juventude que é saúde e é doença


nos copos que se esbarram o líquido transparente


o aroma alcoólico que exala do viver.



nos olhos um ideal, nas mãos, chamas


no peito amor nenhum


e na boca um cigarro e a boca de uma estranha.



a beleza das faces, o olhar indiferente


o amor que não se sente


é o culto ao belo e inocente



construído e resconstruído na beleza de um olhar


na atração que os une


e no beijo que os separa



mas eu peço que os olhos já não sejam tão exigentes


pois no dia em que a beleza acabar


será o dia em que o amor dará a mão para o sempre.

2 comentários:

  1. zerá?
    as vezes o dia que a beleza acaba é quando amanhece o dia...
    =)

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  2. turbilhão de sentimentos
    ondas se chocando contra a barreira de areia, assim senti ao ler esse texto!

    Jujuba, tornando a beleza clichê em seus escritos.

    ;D

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